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Poemas de Fernando Abdo

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Memórias Editadas

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 Memórias Editadas - poemas em prosa Autor: Fernando Abdo Ilustrações: Karla Boncompagni

Sinopse de “Contos e outros tantos”

Em Contos e outros tantos, Nadja e Fernando Abdo - mãe e filho - reúnem crônicas, contos e poesias sobre realidades, lembranças, ficções e fantasias. Brincam com as palavras, fazem desfilar metonímias e paráfrases, tiram o pó de vocábulos escondidos no fundo dos dicionários, inventam significados e se divertem com elipses e metáforas. Com estilos independentes, mas unidos, contam parábolas, narram histórias e desfiam poemas. Em prosa e verso, falam de vivências e acontecidos, criticam costumes e divertem-se com o cotidiano. Discorrem sobre o que foi, o que é e o que poderia ter sido. Nas entrelinhas, sentimos a irreverência, o bom humor e a sutil sabedoria mineira, experiente observação da vida . Editora Viseu - 2022

Contos e outros tantos - Capa completa

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  Muito felizes com a arte completa da capa do   nosso novo livro:  CONTOS E OUTROS TANTOS   Fernando Abdo e Nadja Abdo Ilustrações de Julia Abdo e Karla Boncompagni            

Coletânea O TEMPO

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 Lista de aprovados para a Coletânea O Tempo do Projeto  Apparere 

Contos e outros tantos

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 Saindo da forma o nosso próximo livro: Contos e outros tantos, pela Editora Viseu. São contos, crônicas e poemas de dois autores: Fernando e Nadja Abdo, filho e mãe. Aguardem! 

Livro A Impermanência da Vida

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A IMPERMANÊNCIA DA VIDA CONTOS e POESIAS AUTORES: NADJA ABDO e NAGIB ABDO Editora  PerSe 2021  
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É preciso ter cuidado com as memórias afetivas, elas podem nos fazer esquecer do que foi negativo e ainda produzir culpa.
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AFETIVIDADE X EU Nunca se falou tanto sobre equívocos nos relacionamentos afetivos e traumas decorrentes dos constantes desenlaces. Nunca se buscou tanto compreender as variáveis desses conflitos e apontar soluções. Na internet, a todo tempo, aparecem receitas infalíveis, velhos e sábios ditados são resgatados, postagens magníficas com chavões surgem em profusão, são criadas algumas mensagens até interessantes em conteúdo, os livros de autoajuda são recomendados e vendidos a rodo... Enfim, as tentativas de salvar as relações humanas desastrosas   ou remediar o sofrimento causado por elas são várias. Então, diante da crise detectada e da demanda por socorro, aparecem as indagações sobre o problema que se alastra: Por que as relações afetivas não prosperam ou duram como antes? Por que os sentimentos se tornaram tão efêmeros? O que fazer para não sofrer tanto com o rompimento? Por que alguns agem com violência numa separação?... E vão por aí afora as perguntas. Falam o...
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Ao ver esta postagem na web, pensei: esse sentimento também é meu.  E por que isso acontece não só comigo? Avaliadas as hipóteses, é possível concluir que essa mutação em relação ao outro se deve, em parte, às vivências diferenciadas que acumulamos ao longo do tempo. Outra possibilidade é a do engano, que podemos cometer quando, em certo momento histórico, introduzimos uma pessoa em nossas vidas. Há, também, a chance de somente o outro ter mudado, e você não. Dentre todos, o motivo mais provável seja mesmo o movimento natural da vida, que nos leva para caminhos diversos, carregados de bagagens que já possuímos, somadas às que vamos acumulando, em geral bastante variadas em tempo, espaço, substância, intensidade, impacto... e, acima de tudo, em enraizamento. À medida que envelhecemos, a sedimentação de tudo que nos tornamos é inevitável. E, quando a consolidação do que entendemos toma forma definitiva, tud...
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DÚVIDAS De pedaços da memória, busco o sentido de existir. De esparsos motivos, retiro fôlego para continuar. Existe esperança? Os dias se arrastam... As horas passam lentas... Só a noite é tão breve! O tempo urge... Haverá amanhã? Uma tênue lembrança sopra a poeira do tempo... Meus instintos despertam um suave desejo de arriscar. Ainda é possível? O coração quer dizer sim, o corpo repara cauteloso e avalia o desafio. Aos poucos, parece pulsar... Ainda terá forças? A razão entra em cena E convoca a prudência Ah, essa velha conhecida! “Precisa ter cautela, não pode mais errar.” Nesse medo persistente, nessa dúvida constante, avalio os riscos. Sem respostas e certeza, Deixo a vida à espera... Nadja Abdo
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CONCEITO Amor, Palavra usada sem pudor, Nomeia sem cautela variados sentimentos. Em essência é abstrato Em matéria, degustável. Amor, Seria nobre se esperasse, seria carne se pudesse... Mas na vastidão do sentido, na busca do prazer, perdeu em substância. Amor, Explicar é complexo, a tarefa é audaciosa. Porém, a pretensão insiste em decanta-lo em verso e exorta-lo em prosa.  Amor, Sabe-se que existe, em formas plurais em âmbito universal, embora não se possa, de modo perfeito, definir seu espectro.  Só prevalece uma certeza: sem amor a vida é nada. Nadja Abdo
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QUEM SOU EU? Eu faço parte de tudo aquilo que vivi, mas não me reconheço em quase nada. Onde eu estava quando perdi o meu amor? Por que proferi palavras contra meus desejos? Que escolhas foram verdadeiramente minhas? Não tenho as respostas; são tantas as indagações! As lembranças me rodeiam, sempre e sempre, quando me deixo levar. Mas tudo se desvanece, quando busco entender como, onde, em que tempo eu me perdi de mim mesma. Quisera me encontrar na menina travessa, na adolescente madura na jovem romântica ou na mulher sonhadora! Quisera, em minha aflição, Descobrir onde me deixei.
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Amor, convivência e conveniência Nadja neves Abdo Parte 1 Em seu belíssimo livro “ Mapa para amantes perdidos ”, Nadeen Aslan * dá vida a personagens que se relacionam das mais variadas formas, tendo suas vidas movidas pelas circunstâncias e delimitadas por uma gama de sentimentos avassaladores, sabiamente descritos pelo autor. O amor não é posto como um sentimento idealizado, mas sim como resultado de almas e corpos que um dia se atraíram, mas que lutam para sobreviver à convivência exaustiva. Embora a trama aconteça na Inglaterra, nos anos de intolerância com os imigrantes e seus hábitos culturais e religiosos - acrescido do choque entre paquistaneses e indianos em território britânico - a história é universal.   E, para maior complexidade, ainda existe o choque de gerações entre os emigrantes originários do Paquistão e seus filhos, na maioria já nascidos na Inglaterra. Um toque sutil, mas permanente no texto, é a crítica ao fanatismo religioso, que acrescenta certo...

Senso crítico

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Meus professores não só me ensinaram conteúdos, como também desenvolveram minha percepção crítica das coisas e pessoas, da história e da realidade. Infelizmente, hoje em dia não se pode criticar mais nada, mesmo que construtivamente, porque corre-se o risco de ler frases como: “quem critica está com inveja”. Sendo assim, a ideia atual é de que o indivíduo deve ser acrítico, que deve achar tudo lindo, “curtir” e ter 10.000 amigos. O mundo atual está cheios de bobos da corte O lamentável em tudo isso é a falta de reação que se observa, a falta de probabilidade de mudança. Verifica-se, em geral, uma necessidade quase pueril de aceitação social. As pessoas têm medo de ser diferentes, de se pronunciarem contrariamente sobre ideologias apregoadas como certas, e vivem a repetir vários dogmas pré-concebidos como inquestionáveis. Um exemplo é a influência que a mídia tem no comportamento humano. Basta uma reportagem no "Fantástico", para todos seguirem as recome...

30 DICAS PARA ESCREVER BEM

Autor: Professor João Pedro da UNICAMP  1. Deve evitar ao máx. a utiliz. de abrev. etc. 2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.  3. Anule aliterações altamente abusivas, pois "quem com ferro fere, com ferro será ferido."  4. não esqueça as maiúsculas no início das frases.  5. Evite lugares-comuns como "o diabo foge da cruz".  6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.  7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in. 8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??... Então valeu!  9. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda. 10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.  11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a pala...

Solidão criativa

Cynthia de Almeida - jornalista "A imagem da felicidade na mídia é sempre representada por grupos. No mínimo em duplas, se o clima for de romance. Turmas sorridentes que conversam, se movimentam e dançam são cenas alegres, desejáveis, em contraponto ao retrato de um indivíduo solitário, seja lá o que estiver fazendo. O isolamento não é popular na nossa cultura. E, desde que, há algumas décadas, definiu-se que o ser humano era, além de mais feliz, mais criativo e produtivo em grupos, estudar e trabalhar virou atividade coletiva. O brainstorming , a chuva de ideias ou toró de palpites, tornou-se o modelo de inspiração corporativa do século 20 para solucionar, inovar, criar e chegar ao melhor resultado. Os escritórios, estúdios, agências, redações derrubaram suas paredes, e até mesmo os cubículos acanhados dos anos 1980 se desmonstaram em espaços livres, onde todos se escutam, se veem e se comunicam com facilidade. O mundo estabeleceu esse modelo bem antes de a internet c...

Nina e Carminha em Brasília - Nelson Motta

EXCELENTE ANÁLISE DE NELSON MOTA! Se o mensalão não tivesse existido, ou se não fosse descoberto, ou se Roberto Jefferson não o denunciasse, muito provavelmente não seria Dilma, mas Zé Dirceu o ocupante do Palácio da Alvorada, de onde certamente nunca mais sairia. Roberto Jefferson tem todos os motivos para exigir seu crédito e nossa eterna gratidão por seu feito heroico: "Eu salvei o Brasil do Zé Dirceu."  Em 2005, Dirceu dominava o governo e o PT, tinha Lula na mão, era o candidato natural à sua sucessão. E passaria como um trator sobre quem ousasse se opor à sua missão histórica. Sua companheira de armas Dilma Rousseff poderia ser, no máximo, sua Chefe da Casa Civil, ou presidente da Petrobras. Com uma campanha milionária comandada por João Santana, bancada por montanhas de recursos não contabilizados arrecadados pelo nosso Delúbio, e Lula com 85% de popularidade animando os palanques, massacraria Serra no primeiro turno e subiria a rampa do Planalto nos braços do ...

EXPRESSÕES ARCAICAS...

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Fonte: Estudos de Língua e Literatura - Douglas Tufano - p.74

"SINTO VERGONHA DE MIM..."